Processo de Canonização

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Processo de Canonização

Santidade é uma estrada que devemos percorrer em obediência a Deus: “Sede santos, porque eu, o Senhor vosso Deus, sou santo” (Lv 19,2).  São João Paulo II afirmava: “… porque os santos estão entre nós, eles pertencem à nossa família e nós à deles”

A chamada Causa de Beatificação e Canonização é o processo feito para a inclusão de alguém na lista (cânone) dos santos. Esse processo se dá por etapas. Concedida a licença de Roma para abrir o processo, o candidato recebe automaticamente o titulo de “Servo de Deus”. O bispo consulta o povo sobre a vida e as obras do candidato e encaminha o pedido para a Santa Sé. Ela verifica se “nada consta contra ele”, e autoriza a abertura do processo. Começam as etapas: a primeira etapa consiste em provar através de depoimentos que o candidato à beatificação praticou em grau heróico todas as virtudes cristãs. É instaurado um tribunal  e nomeiam-se seus membros (juiz, promotor, notário). Convocam-se testemunhas que, sob juramento de dizer a verdade, são interrogadas sobre a vida, as obras e virtudes e os defeitos do candidato. O que é contado pelas testemunhas durante as sessões, não pode ser publicado ainda. O Processo tem duas fases: uma  Diocesana e outra Romana.

  1. Fase Processual Diocesana:

Esta fase processual foi iniciada, propriamente, com duas solenidades conexas, presididas por Dom Cláudio Hummes, OFM:

Dia 17 de setembro de 1997, solene Celebração Eucarística no Santuário Sagrado Coração de Jesus em Fortaleza. Inicialmente, o presidente fez ler dois documentos seus, alusivos à abertura do processo de canonização de Frei João Pedro de Sexto. A homilia, o Arcebispo discorreu sobre a santidade de Jesus Cristo e de São Francisco, finalizando sua prédica ressaltando o sentido Cruz, no seguimento do Crucificado, e concluiu: “O centro de nossa santidade é a mesa do Senhor. A partilhas da Eucaristia.”

Dia 18 de setembro de 1997, no Centro de Formação Santa Rosa de Vitérbo, em Fortaleza, foi realizada a sessão solene de abertura do processo informativo, sobre a vida, virtude e fama de santidade do Servo de Deus. Seguiu-se então a Concelebração Eucarística, quando, na homilia, Dom Cláudio abordou o tema da santidade, como um processo de abertura para Deus, pois, é ele quem nos santifica.

Encerramento da fase diocesana

No dia 18 de dezembro de 2003, por ocasião das Comemorações de Abertura do Ano Centenário da fundação da Congregação, aconteceu a Celebração da Sessão, na Catedral presidida pelo Senhor Arcebispo.

 

  1. Fase Processual Romana:No dia 24 de setembro de 2010 – O Postulador Geral, Frei Flório Alessandro Tessari, OFM Cap., diante do estado de saúde de Irmã Teresinha Maria de Beneditino, nomeou Irmã Utília Maria Castilho para substituí-la, com a função de escrever a Positio que consiste na:
  2. Vida DocumentadaUma espécie de biografia documentada
  3. Virtudes HeróicasDocumento que trata sobre as virtudes vividas, heroicamente, pelo

                                       Servo de Deus Frei João Pedro.

 

A Positio já foi entregue às Comissões no Vaticano para que dêem seu parecer à Congregação dos Santos. O resultado destes pareceres será, posteriormente, apresentado ao Santo Padre, a fim de que este declare Frei João Pedro como Venerável por sua prática heróica das virtudes.

Precisamos agora de um milagre para que o Servo de Deus seja beatificado.

                                                                                                  Irmã Utília Maria Castilho

By | 2016-09-21T00:47:12+00:00 setembro 21st, 2016|Notícias|Comentários desativados em Processo de Canonização

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